PixelWave
InícioQuem fazComo contratarO que sobra de bomVozes de clientes
Serviço por assinatura

Um time que passou dois anos do outro lado do balcão.

Todo produto por assinatura tem duas caras: a que o cliente abre e a que o seu time abre. A segunda costuma ser feita às pressas, e é ela que decide quanto custa atender.

Analista e desenvolvedor revendo o registro de acessos numa tela só

Antes de montar a casa, quase todo mundo aqui trabalhou em suporte de produto. A rotina era pedir para um desenvolvedor trocar o e-mail de cadastro de um cliente, e esperar.

A conta apareceu num levantamento simples: quatro em cada dez chamados de um mês inteiro eram tarefas que qualquer atendente resolveria sozinho se existisse um botão.

A área interna daquele produto tinha sido feita em três dias, na véspera do lançamento. Ninguém a desenhou; ela foi crescendo por remendo, e cada remendo exigia outro.

Por isso começamos pelas duas folhas, a de fora e a de dentro, na mesma mesa. Um serviço por assinatura vive de renovação, e renovar depende de quem atende conseguir resolver hoje.

As duas áreas juntas

Cliente e atendimento entram no mesmo desenho, no mesmo dia.

Botão em vez de chamado

O que o atendimento faz toda semana precisa ter caminho próprio.

Rastro sempre

Entrar na conta de alguém é permitido, registrado e explicável.

Piloto antes de cliente

O primeiro a usar o produto de verdade é o time da casa.

Seis decisões de dentro

O que combina o custo de atender antes de existir um cliente

A área do assinante quase sempre é discutida. A área de quem atende aparece na véspera do lançamento, feita de atalhos. Aqui as duas entram no mesmo desenho, e estas seis decisões são tomadas no papel.

01

Entrar na conta do cliente, com rastro

Quem atende precisa ver o que o cliente vê. O caminho existe, pede motivo e deixa registrado quem entrou, quando e por quanto tempo — inclusive para o dono do produto.

02

Uma busca que o atendimento aguenta

Por e-mail, documento, número da fatura ou parte do nome. Busca ruim não aparece no relatório: aparece em minutos de telefone.

03

O que se conserta sem programador

Trocar plano, estender avaliação, reenviar convite, corrigir e-mail digitado errado. Se cada um desses vira chamado interno, o time de código para de construir.

04

Fila de trabalho, não caixa de entrada

Pedidos chegam em uma fila com dono, estado e prazo. Caixa de entrada compartilhada esconde o que está parado há quatro dias.

05

Perfis diferentes para gente diferente

Quem atende, quem fatura e quem programa não precisam da mesma tela nem do mesmo poder. Isso é escrito antes e testado depois.

06

O erro chega antes do cliente

Falha no pagamento, importação travada, integração fora do ar: tudo aparece na área interna com aviso, e não só no registro do servidor.

Caderno aberto com o rascunho da tela de busca do atendimento
Dúvidas frequentes

O que costumam perguntar antes de fechar

Perguntas reais das primeiras conversas, respondidas sem número inventado.

01Vocês entregam o produto todo ou só a parte administrativa?

O produto todo. A área interna é o exemplo que usamos porque quase ninguém a desenha, mas o trabalho cobre definição, interface, código, planos e pagamento, integrações e o acompanhamento depois do ar.

02Precisamos ter um time de tecnologia?

Não para começar. Se existir, ele entra no trabalho desde o mapa e assume o produto no fim; se não existir, ajudamos a contratar as duas primeiras pessoas e deixamos a documentação pronta para elas.

03Como vocês tratam dados de cliente na área interna?

Acesso por perfil, entrada em conta com motivo e registro, campos sensíveis exibidos só para quem precisa e apagamento sob pedido, conforme a política publicada no próprio site.

04E quando o serviço fica lento ou cai?

Existe monitoração com aviso por mensagem, um painel simples de indisponibilidade e um combinado escrito de tempo de resposta por gravidade. Queda acontece em qualquer serviço; o que vale é o tempo até alguém saber e o caminho de volta.

05Dá para começar pequeno e crescer depois?

É o mais comum. O desenho das duas áreas cabe em duas semanas e serve para decidir se vale seguir, com prazo e custo estimados por bloco.

06Quem fica com os acessos no fim?

Sua empresa. Servidor, domínio, repositório e conta do meio de pagamento ficam em nome dela desde a primeira semana, e nós entramos como convidados.

Conte quantos minutos o seu time gasta hoje para responder um cliente

Com esse número já dá para dizer o que vale automatizar primeiro e o que é bobagem construir agora.